HISTÓRIA DO VINIL
Em 1888, Emil Berliner cria o disco de 78 rotações por minuto feito de goma laca, nessa época o disco armazenava apenas uma música. Anos depois, em 1930, o húngaro Peter Carl Goldmark aperfeiçoa do disco de 78 rpm, eles foram utilizados por décadas até caírem em desuso com o surgimento do disco de vinil. É no ano de 1948 que o disco de vinil é inventado, revolucionando a indústria fonográfica. Fabricado normalmente de PVC os discos eram mais leves e resistentes a queda, além da excelente qualidade sonora e, é claro, as atrativas artes das capas contribuíram para a substituição dos de 78 rpm e o sucesso do disco de vinil.
No Brasil, o disco chega em 1951, mas só desbanca o de 78 rpm em 1964 e mantém o sou auge até 1996. Com a invenção do Compact Disc ( os CDs) na década de 90 o vinil passa perder espaço. As grandes fábricas de disco começam a falir e fecham as portas totalmente em 1997. A partir dos anos 2000, o vinil começa a voltar aos poucos. Em 2009, a Polysom inaugura a sua fábrica no Brasil, e se estabelece como a única em toda a América Latina, posto que mantém até 2017, quando outras fábricas começam a surgir.

O movimento saudosista responsável pelo "retorno" do vinil não tem a intenção de competir com os novos serviços tecnológicos, mas de mostrar para as novas gerações toda emoção de por um disco sob á agulha.

